E aí o mundo some. Quando? Assim que eu ponho os p…

E aí o mundo some. Quando? Assim que eu ponho os pés dentro de uma – como chama? danceteria? boite? discoteca? – danceteria. Me perco, pra me achar só quando saio. Quero que não haja mundo, que a batida ensurdecedora da música entre em minha mente e apague tudo. Não quero pensar em aulas por preparar, em projeto por terminar, em estudar para as provas – não quero me preocupar. Quero, isso sim, dançar, pular, cantar, dar risada – e fecho os olhos. Se fechar os olhos, por um lado, me proíbe de ver a moça que se insinua – a percebo no último minuto, quando já não há mais o que ser feito -, me permite, por outro, absorver o ambiente, soltar o corpo, não me envergonhar perante os olhares alheios, tudo isso e mais a sensação de estar sozinho, voando, viajando… É fantástico.

Os ouvidos zunem até agora. Mas a alma está limpa. E tem tanta coisa pra fazer…

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Sobre thiago gonçalves

se tanto.
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