Arquivo do mês: janeiro 2006

Finnegans Wake. Será assim o nome? Não sei. Quem d…

Finnegans Wake. Será assim o nome? Não sei. Quem diabos foi Finnegans Wake? Personagem de algum escritor irlandês? Marca de cerveja irlandesa? Nunca li Joyce. Tenho muita vontade, mas nenhuma oportunidade. Se um dia o livro me cair nas mãos, … Continuar lendo

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outro e-mail…

Há muito tempo encontrei uma quadrinha escrita por Fernando Pessoa que, com todo o respeito possível, administro em pequenas doses sempre que alguém pede para que eu me descreva. A quadrinha diz assim: “Tenho uma pena que escreve Aquilo que … Continuar lendo

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– Tá, calma! Eu vou dizer, mas não fica aí me ator…

– Tá, calma! Eu vou dizer, mas não fica aí me atormentando… Se você continuar, eu vou embora!– O que mais você quer esperar? Quanto tempo mais? Olha a hora! O mundo trabalha amanhã…– Como eu faço isso?– Só fala! … Continuar lendo

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Vai chutando pedras pelo caminho, porque quando se…

Vai chutando pedras pelo caminho, porque quando se está angustiado é preciso descontar isso em algo – ou alguém. Como prefere não falar nesses momentos, chuta as pedras; que não vão querer saber por que estão sendo chutadas. (É mais … Continuar lendo

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a incapacidade de ajudar.

Sai de casa e volta sem querer. Viaja muitos quilômetros sem sentir o chão correr sob seu pés. Chega a flutuar – e não tem vento no rosto. Dos abraços só se recorda dos perfumes só se recorda dos sorrisos … Continuar lendo

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Porque o amor… ah, o amor.

Porque o amor… ah, o amor.

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ain’t no mountain high enough…

É diferente. Quando eu sonho com meus alunos, meus livros, minhas aulas, minhas viagens, vem junto, invariavelmente, uma angústia muito forte de tudo estar muito distante, muito longe – e quero dizer longe no tempo, no tamanho do caminho até … Continuar lendo

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