Belo Horizonte, Janeiro de 2007

Vocês todos me deixaram por BH, espalhado em cada cantinho da cidade por onde passamos, vivo na memória da cidade que ainda vai me rever muitas vezes, quero crer. Hoje eu sei que vivo em BH, em Limeira, em Petrópolis e em Budapeste. Sou um pouco de cada um de vocês e me completo naquilo que cada um imagina que eu seja, porque eu mesmo não sei. Me redescubro em cada um. E por isso prezo tanto as amizades que construo pela vida. Se tiver que ir ao Inferno e voltar de novo, eu vou. Nunca duvide da minha amizade, porque é nela (que ofereço humildemente a cada um de vocês) que eu me reconheço. Sem vocês, sem meus amigos, eu não teria porque estar vivo.

Eu sou o que o mundo me faz ser. Se sério demais, se triste demais, se de poucos sorrisos e poucos abraços, me perdoem – prometo que vou mudar. Melhorar. Vocês que me emocionam a cada segundo, quando me dão um beijo estalado na bochecha ou quando fazem um carinho singelo nas costas da mão, quando não desistem de mim nem por decreto, quando procuram me entender… É isso o que eu sou: “o último homem no dia em que o Sol morreu”. Um poeta que nasceu no século errado. Vai ver é por isso que eu me sinto tão bem em Ouro Preto.

Acaba, mas até que continua.

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Sobre thiago gonçalves

se tanto.
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