victory rose


Se eu não estou enganado, já falei aqui sobre esse disco, mas é que ele é tão bom que não me importo em falar novamente, se for mesmo o caso.

Chama-se… ahm, não, ele não se chama. Não tem nome; é simplesmente “( )“. Aliás, nenhuma de suas músicas têm nome. Estranho? Não! Lindo. Se alguém canta no disco? Sim, alguém canta – mais especificamente, um homem, chamado Jon Thor Birgisson. Agora, não espere entender o que ele diz. Partindo do princípio muito hipotético de que você fale ou ao menos arranhe islandês, nem assim você poderá entender as canções. Eles – os artistas do Sigur Rós, claro – criaram uma língua nova pra cantá-lo. São sons que se adequam perfeitamente aos que são produzidos pelos instrumentos, complementando-os, tornando-os mais ricos.

Não entender nunca foi tão lindo. Claro que eu não entendo as músicas cantadas em islandês, mas só de pensar que por alguns momentos, se um bando ouvisse comigo, ninguém entenderia nada, que todos “apenas” ouviriam música, é fantástico, é magico, é…

Acho que é o disco mais lindo que eu já ouvi.

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Sobre thiago gonçalves

se tanto.
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