Biscoitos de nata.

Coisas pra contar que sejam realmente relevantes eu não tenho, mas vou escrever para o caso de pessoas novas aparecerem por aqui.

Minha avó, a dona Maria, sempre deixava alguns biscoitos prontos no alto do armário “pras visita”. Com ou sem visita, lá estavam os biscoitos. Eu aprendi bastante coisa com a minha avó. Inclusive que comer o biscoito “das visita” sem que “as visita” estejam em casa, é errado. Mas ela sempre me dava (“come, come que mal não faz”). Eram biscoitos de nata. Deixando que eu pegasse uns biscoitos, ela me ensinou mais um monte de coisas – que não são para o momento, porque agora é o caso de deixar a casa limpinha e arrumada esperando; vai que alguém chega…

Os irmãos dela chamavam-na de “Mariquinha” – porque ela era pequena e tudo. Ao todo eram 12 irmãos: cinco homens e sete mulheres (5+7, hm, *conta nos dedos* 12!). O caso é que minha avó morreu no ano passado – depois de ficar mais de cinco anos em estado semi-vegetativo na cama – e eu ainda sinto muita saudade dela. De vez em quando dá muita vontade de ouvir sua risada ou a sua voz me chamando pra comer…

Aliás, falando em comer, deixa eu parar, senão vão todos os biscoitos.

Se for o caso: seja bem-vinda a este blógue. Sirva-se daquilo que mais lhe apetecer.

Anúncios

Sobre thiago gonçalves

se tanto.
Esse post foi publicado em la comedie des jours. Bookmark o link permanente.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s