Arquivo do mês: abril 2005

“Pedro pedreiro penseiro esperando o trem […]”

O que eu venho fazendo não é bem trabalho. Pra que seja considerado trabalho pressupõe-se algumas coisas. A principal delas, segundo MARX (vejo fogo nos olhos de alguns), seria eu estar recebendo pela venda de minha “força de trabalho”. Mas, … Continuar lendo

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Sobre (muitas) possibilidades.

Há quem considere o mundo um amontoado de possibilidades que estão sempre nos rodeando, nos inspirando; se insinuando. Eu não tenho porque duvidar disso: muitas vezes é como parece que as coisas se dão. Ontem, por essa hora, o mundo … Continuar lendo

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Desde que me digam, não vejo problema.

Sem poesia, quase tão duro quanto um coração de pedra; gelado e inerte como a lápide de mármore que cobrirá os três esquifes (feitos em cipreste, zinco e carvalho) do ex-Papa, venho aqui dizer que, oh!, meu caralho, de quê … Continuar lendo

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Me chama que eu vou… É só chamar.

Refazendo a vida constantemente, temos um momento que é só nosso – só meu. Minha cabeça está doendo. Descobri que assistir TV enquanto viajo de carro me dá náuseas. E que não é das sensações a mais agradável. Mas, como … Continuar lendo

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