Nenhuma novidade. Apenas pingos nos meus ‘Is’.

Minha péssima memória, reconhecida e “festejada” por quem convive comigo, me prega peças às vezes. Principalmente quando deixo de escrever certas coisas…

Então, precavendo, escrevo: não acredito em destino, mas sim em intencionalidades. Essa história de contrapôr o acaso e o destino me confundiu algumas vezes; noutras pareceu elucidar-se – porém, eu nunca anotei as (pré)conclusões. Dessa vez anoto.

Me parece – e se lhe parecer errado, releve, é só uma idéia de idéia – que toda ação é precedida por uma intenção, ou ainda, é levada a cabo respeitando certa(s) intenção(ões). Isso me leva à negação de um destino pré-concebido, traçado nos seus mínimos detalhes e, de certa forma, inescapável, irredutível, inflexível. E o acaso? Acho que ele ainda continua existindo, afinal, “merdas acontecem” (eu escreveria isso em inglês – a língua original da expressão -, mas tenho sentido um certo medo misturado com uma repulsa nada singela de misturar as coisas desse jeito*).

Destino, não. Acaso, talvez. Intencionalidade, quase certeza.

* ‘Patético’:
1. que ou o que tem capacidade de provocar comoção emocional, produzindo um sentimento de piedade, compassiva ou sobranceira, tristeza, terror ou tragédia

2. que ou o que traduz comoção emocional, piedade, pesar, terror ou tragédia

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Sobre thiago gonçalves

se tanto.
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