Pés no chão.

Eu dizia sobre realização de sonhos. E hoje, quando começo a realizar o meu maior dentre todos, me pego repetindo aquilo que todos falam (È um clichê! Sim! Um grande, imenso, portentoso, clichê.) sobre perseverança. Que, no fundo, basta querer muito e fazer por onde. É uma receita simples e perfeita: queira, corra atrás (não desista – isto está implícito), consiga.

Não sei bem o porquê de ter vislumbrado Paris e Londres por alguns intantes (uma mentira deslavada, mas releve, me perdoe; eu sei porquê) enquanto ele apertava minha mão e dava como certa nossa primeira reunião, para daqui a quinze dias. Foi fantástico. =)

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O menino jamais soube, mas por trás de seus ombros – descaradamente, impunemente – nascia novamente, lindo e reconfortante, o dia. Uma manhã plácida, fria, com uma névoa fina que não tinha outro destino senão o de sumir diante dos primeiros raios de sol, acompanhada por um leve rumorejar de águas lépidas.

A noite vai voltar, trazendo consigo a Lua, tão amiga e tão companheira, mas ele não a teme. Nunca temeu, a bem da verdade. Aprendeu a viver há muito tempo. Agora vai apenas experimentar coisas novas e tantas vezes quantas este deslumbrante espetáculo se repetir, tornará a admirá-lo.

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Sobre thiago gonçalves

se tanto.
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