O em mim.
Do quanto em mim recrio e faço renascer obrigado por tão doce função, caril do tempo, fecunda, sombra enlevada por espírito tão graciosamente zombeteiro. Fustigado “pela dor e pelo eterno vento”, cabisbaixo ante o peso de uma realidade trucidante — contumaz sensação de impotência e perplexidade.
Oriundo de tanta riqueza, fruto de beleza ímpar, massacrado por desvios de um orgulho inútil, enquanto se viam ao largo recomendações e revoadas de muitos nomes.
Fixo e inerte, petrificado súdito da tristeza, espera docilmente a solução que ponha termo a um amor tantas vezes recriado. O fim de tudo, a luta, a falta, o sorriso largo, encimado por sentimentos fruidos, tristemente solitário, claro e amante, como pedras que transbordam sua alegria fria entre verdes e o ar.
Cânone, flácido — irradiando. A própria voz, o sopro. Menção ao antigo, respeito consentido — amigo amoroso. Farsa.








gosto do des-gosto…. por que?
priscilla
Fevereiro 8, 2008 em 5:09 am
por que?
Thiago Gonçalves
Fevereiro 8, 2008 em 5:12 am
ao longe oiço uma voz
uma voz lá longe diz algo de mim
que mal distinguo o que é
nem se bom, nem mau julgamento
mas é alguém
é sobre mim
e tamanha é a gana de dizer algo a respeito
que se faz digna de ouvir
ainda que indigna de ser levada à serio… ;)
CoRa
Fevereiro 14, 2008 em 3:43 pm