acaba mas até continua

desimportâncias…

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O em mim.

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Do quanto em mim recrio e faço renascer obrigado por tão doce função, caril do tempo, fecunda, sombra enlevada por espírito tão graciosamente zombeteiro. Fustigado “pela dor e pelo eterno vento”, cabisbaixo ante o peso de uma realidade trucidante — contumaz sensação de impotência e perplexidade.

Oriundo de tanta riqueza, fruto de beleza ímpar, massacrado por desvios de um orgulho inútil, enquanto se viam ao largo recomendações e revoadas de muitos nomes.

Fixo e inerte, petrificado súdito da tristeza, espera docilmente a solução que ponha termo a um amor tantas vezes recriado. O fim de tudo, a luta, a falta, o sorriso largo, encimado por sentimentos fruidos, tristemente solitário, claro e amante, como pedras que transbordam sua alegria fria entre verdes e o ar.

Cânone, flácido — irradiando. A própria voz, o sopro. Menção ao antigo, respeito consentido — amigo amoroso. Farsa.

Escrito por Thiago Gonçalves

Fevereiro 8, 2008 em 4:41 am

Publicado em dos pequenos devaneios